terça-feira, 27 de julho de 2010

Muitas novidades, entre elas a Cia. Maria do Bordado!!

Prezados amigos!

Muitas novidades e coisas maravilhosas acontecendo em minha vida!! Uma delas, entre muitas, é a fundação da empresa Cia. Maria do Bordado!!!

Estou ampliando minha área de atuação, além do Jornalismo. A Cia. Maria do Bordado realiza serviços de bordados em toalhas, lençóis, camisetas, enfim, em tecidos em geral.

Disponibilizamos designs infantis, florais, objetos, desenhos da Disney, desenhos natalinos, esportivos, entre outros.

Abaixo, há alguns desenhos Infantis e florais que oferecemos e também algumas imagens de toalhas que já bordamos.

Quem sabe, você encomenda um conjunto de toalhas personalizadas para seu pai com a mensagem "Pai, eu te amo!" ou também para alguém que você ama?

Aguardo seu retorno!!
Grande abraço,


Simone S. Lopes Cia. Maria do Bordado
Fones: (51) 968 40 667 / 8176-6269 / 8164-6245

















segunda-feira, 26 de julho de 2010

Obediência e religiosidade

Queridos amigos, a mensagem foi tirada do blog do Paulo Coelho, no endereço: http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/2010/07/26/da-verdadeira-obediencia/comment-page-0/#comment-87756

Vale a pena refletir:


Da verdadeira obediência

Abu Muhammad al-Jurayry costumava dizer: “a religião possui dez tesouros, que nos enriquecem. São cinco interiores e cinco exteriores. Todos aqueles que seguem o caminho espiritual devem estar conscientes disso.”
“Eis os tesouros interiores: capacidade de ser verdadeiro, despreocupação com os nossos bens, humildade na aparência, equilíbrio para evitar dificuldades com os outros e força para suportar nossa adversidade.”
“Eis os tesouros exteriores: descobrir um Amor supremo, despertar o desejo de estar junto a esse Amor, ter inteligência para ver as próprias faltas, abrir a consciência da vida e ser grato pelas bênçãos.”

Curso de Língua Italiana!

A Associação Beneficente de Assistência Educacional do RS (ACIRS – Língua e Cultura Italiana) está com inscrições abertas para os cursos de língua italiana.

As inscrições, para o extensivo do segundo semestre, são aceitas até o dia 6 de agosto no site da entidade: www.acirs.org.br. O período das aulas é de 16 de agosto a 21 de dezembro.

As matrículas referem-se aos níveis 1 a 8 e Conversação. Outras informações pelo fone (51) 3212-5535 ou cursos@acirs.org.br Vale a pena conferir!!

Ótima semana a todos!
Simone S. Lopes

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O Mourinha nos deixou neste plano


Na manhã chuvosa do último sábado, recebemos uma triste notícia: o falecimento do nosso querido, amado e sábio colega do Correio do Povo: Paulo Moura, o Mourinha, como era carinhosamente chamado por todos. Ele nos ensinou muito. Tive o privilégio de tê-lo conhecido e sobretudo compartilhar sua amizade. Quando eu ainda trabalhava no jornal, boa parte do tempo eu o levava para casa. Eu espera ele entrar em casa, com toda calma e serenidade, depois eu ia embora. Ele distribuia balas 7 belos para nós, como um forma de adoçar nossas vidas. Ele deixou saudade. Muita saudade. Na página 10 do Correio do Povo de hoje, o jornalista Chico Izidro deixou uma homenagem a ele. Até um dia, Mourinha! Acredito que você está cuidando de nós... apenas está em um plano diferente! Muito obrigada por tudo!!!


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Palestra “A Ciência da Felicidade”, com Prashant Kakode

Queridos amigos! Compartilho com vocês o conteúdo da palestra com o indiano Prashant Kakode, que falou sobre a felicidade. O texto é um pouco extenso, mas vale a pena conferi-lo!!!






A Palestra “A Ciência da Felicidade”, com Prashant Kakode, foi promovida pela ONG Bruma Kumaris e pela Art Flor, com apoio do gabinete do presidente da Assembléia Legislativa do RS, deputado Giovani Cherini, no dia 6.07.2010, no auditório Dante Barone.

A abertura do encontro foi realizada pelo deputado Giovani Cherini. Ele convidou o público refletir sobre “O que se leva dessa vida?”, O que é viver?. Além disso, propôs enxergarmos, no próximo, a felicidade. Ele lembrou que mudou sua vida depois que conheceu a PNL, em 1993.
Kakode começou falando que já somos afortunados, porque “vivemos em uma cidade ‘alegre’. Destacou que os estudos anteriores realizados por institutos no mundo inteiro pesquisavam apenas sobre depressão. A busca pelo entendimento da “felicidade” é recente na história da humanidade. No início de sua abordagem, o especialista ressaltou que nosso potencial interno é muito grande para a felicidade e salientou que essa capacidade não é aproveitada em sua totalidade. Citou ainda que, devido ao processo de “short happiness” (felicidade imediata), existem muitas mentes que sempre tem um tipo de queixa. “A queixa e a ansiedade impedem a felicidade. Em geral, está tudo bem, mas essas mentes acabam sempre procurando um ponto para se queixar”, alertou. Salientou ainda que apesar de existir o sofrimento, esse padrão pode ser modificado, porque ele ocorre independentemente das aquisições e conquistas da vida. Aproveitando o contexto, ele indagou: “Qual o seu/meu padrão de pensamento?”, questionou, complementando “se tem dez coisas boas e uma ruim, tendemos a focar só nessa questão. Mas é possível mudar isso”, defendeu.


O especialista também perguntou: “Mas, afinal, o que realmente torna as pessoas felizes?”. Ele mesmo respondeu, conforme recentes estudos sobre o assunto: as pessoas que trabalham pelos outros são mais felizes em todos os setores, independente de suas atividades. “É como se fossem abençoados. A doação as torna mais felizes”, explicou, acrescentando que há diferentes categorias: aqueles que recebem, aqueles que têm muitas coisas, aqueles que são doadores e aqueles que são saqueadores. “Descobri um segredo”, revelou, ao ressaltar que essas pessoas “afortunadas” conseguem tocar a felicidade interna. Kakode explicou ainda que as pessoas carentes têm umamente de queixa (é como se os outros não o dessem o suficiente – de respeito, de amor). Aqueles que se doam não têm queixas. Ele falou também que a emoção daquelas pessoas que apresentam queixas é de ansiedade, porque têm medo de que podem perder as coisas a qualquer momento. Kakode lembrou ainda que a mente é que controla as emoções. Apesar disso, lançou novamente o questionamento: “Como extrair a felicidade interna?”.
De acordo com o especialista, descobre sua felicidade interna aquela pessoa que percebe seus valores, que os vê com determinação. “Elas vivem com aquela virtude. Descobrem, então, a felicidade e, com isso, desenvolvem o autorespeito. “Isso não podemos comprar. O respeito, por exemplo, até podemos comprar de outras pessoas, mas o autorespeito, não. Nossas ações e pensamentos só nós conhecemos”, destacou.


Prashant Kakode também abordou a relação felicidade / doação. “Algumas pessoas pensam que receber é que traz felicidade. Faça um teste. Dê um chocolate a alguém. Não coma. Se você doar, ficará feliz por dez horas. Se comer, sua felicidade será instantânea, imediata. Ah, e se não mencionar para ninguém, o resultado será melhor ainda. Esse gesto está conectado com o seu estoque interno de felicidade. Todos nós temos virtudes. Temos e ficamos com elas. Mas quando somos testados – nos comprometemos com essa virtude. Nesse caso, a ênfase deve ser dada à determinação. Um exemplo: Ghandi. Ele não machucava ninguém. Era sua política de não violência. Ele chegava a dormir ao lado de cobras. Muitas vezes se arriscou, mas não as matava, nem sequer as machucava. Essa era uma das formas de ele demonstrar seu amor pela vida, pelas pessoas. Quando você é testado, aí é que esses valores, essa relação, essa energia se aprofunda. Todos vivemos virtudes superficiais, mas se experienciarmos, persistirmos, vamos nos conectar como o nosso eu mais elevado e com o nosso autorespeito”.

O palestrante falou ainda que os desafios e os desconfortos na vida têm a um propósito mais elevado, mais abençoado. Essas situações, segundo ele, nos ajudam a nos aproximarmos da felicidade interna. “Cada um de nós tem um tesouro interno, mas acabamos ficando em contato com a felicidade externa, que é instantânea. Isso nos impede de tocar a felicidade mais profunda, interna. Precisamos nos conectar a esses tesouros”. Ele também citou a relação de serotonina – depressão – felicidade. “Pessoas com níveis altos de serotonina lidam melhor com as crises. Já as pessoas depressivas tem baixo índice dessa substância e apresentam menos controle sobre si mesmas. O que afeta a serotonina: cigarros, chocolate, álcool, café, TV, barulho, música, Internet, violência, entre outros. Esses elementos até aumentam a quantidade de serotonina do organismo, mas acabam gerando uma dependência e, com o tempo, as quantidades absorvidas não são suficientes e as doses vão aumentando. Nossa ‘sociedade de viciados’ possui baixo índice de serotonina. Podemos comprar essas coisas com mais facilidade. Tecnologia é um sucesso, mas tudo isso cria um outro problema ainda maior. Isso deveria ser preocupação também dos governos. Baixa serotonina representa pessoas com baixo controle. Sem perceber, podemos nos tornar dependentes. Mesmo que externamente esteja bom, internamente você sente que falta algo, baixa qualidade. Como elevar, então, a serotonina de forma saudável? This is the secret!!!”. O especialista alertou que pessoas envolvidas em ganância, luxúria apresentam mentes com baixa serotonina. Por exemplo, alguém que fuma muito – isso significa que inconscientemente ela busca segurança. Ao criar um apego, crio insegurança. Por exemplo: se há muitas coisas em minha casa – é porque temo em perdê-las. Nesse processo, a vida fica complicada e vai gerando problemas em espiral. A principal emoção atrás de qualquer vício é a insegurança. É preciso avaliarmos e verificarmos as conexões daquilo que experimentamos e o que geramos. Precisamos gerar mudança de filosofia de vida; mudança de modelo de vida. É simples. O que estamos usando em determinado espaço? Somos hóspedes. Vivemos o quadro completo? Vemos a nossa vida além de um prédio, de uma casa? Devemos ver o cenário completo e não nos apegarmos. Tudo é temporário. Em relação à vida: alguém planeja ficar eternamente?

Deixaremos tudo em algum momento, inclusive o corpo. Nada nem ninguém pertence a mim. Não tenho posse de nada, de ninguém. Posso curtir, ser responsável por tudo, mas não sou proprietário. É simples, mas isso nos torna livre. Se não é proprietário de nada, então não perde nada. Então, com esse pensamento, me torno seguro. Hóspede é livre. Pode dar suas idéias para melhorar as coisas, mas internamente ele é livre. Hóspede tem a consciência de sua hora de saída. Ele é leve e livre. As vezes, no lugar dele, estão os velhos hábitos, que são fortes, enraizados. Mas podemos começar a brincar com essas idéias, sentir como é ser hóspede nesse mundo. Experimente essa liberdade, essa leveza. Se despir de tudo. Quanto mais praticarmos isso, mais acessamos coisas que estão além desse mundo limitado. Há muito o que descobrir!! (lindo!! Concordo com isso!!). Quanto mais hóspede, mais sentimos paz. Você começa a descobrir os seus tesouros. Você continua trabalhando, mas zela pelas coisas. Quanto menos usamos “meu”, mais saudável ficamos. Esse é o início daquilo que podemos fazer para elevar nossa serotonina. A alma vai se tornando mais forte. Com isso, a felicidade e a paz daquele momento serão geradas pelo processo interno e não externo e com isso amplia a nossa serotonina. Você cria um tempo, uma prática, um hábito. Os resultados serão maiores ainda. Estamos no início da ponte, da fronteira para alcançarmos esse objetivo. Devemos brincar com as situações. O cérebro é feito para brincar. Por isso o instinto de criança é brincar. No futebol, as ligações cerebrais são feitas para brincar. Hoje, fazemos isso de forma artificial. Quanto mais nos descobrimos, mais nos tornamos conscientes da alma e saímos do apego. A vida é um jogo. "

Então, jogue, brinque!! Viva!!